Telemedicina trás transformação digital na saúde

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Método pode impactar na relação dos profissionais com seus pacientes

No ano de 2020, com o isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, várias organizações precisaram se adaptar ao trabalho remoto, e essa nova rotina chegou também aos profissionais de saúde.

“A telemedicina possibilita os atendimentos médicos a distância e isso se tornou uma forte aliada no combate ao coronavírus, desde abril de 2020. Ainda mais que, em meio à crise provocada pela pandemia, o presidente da República sancionou a lei que autoriza a prática da telemedicina para todas as áreas da saúde nesse período”, afirma o médico clínico geral e nefrologista Luís Trindade.

Essa prática já é difundida nos Estados Unidos e na Europa, e estava em discussão há muitos anos no Brasil. No país, essa modalidade está sendo usada no atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, consulta, monitoramento e diagnóstico, no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na rede privada.

O atendimento médico a distância pode ser feito diretamente entre médicos e pacientes com o apoio de recursos tecnológicos que garantem a segurança e o sigilo das informações tratadas.

A telemedicina pode ser interessante para tratar pacientes que possuem tanto doenças agudas como doenças crônicas estáveis, que em geral precisam de monitoramento constante. ‘Isso evitaria também o desgaste dessas pessoas, de irem ao hospital ou clínica, aguardar tempo na sala de espera e voltar para casa, para realizar uma consulta que duraria em média cerca de 30 minutos e pode ser feita online”, opina o DrLuís.

A telemedicina encurta as distâncias e consegue chegar até mesmo as pessoas que habitam lugares menos acessíveis, sendo uma das suas principais vantagens.

Entretanto, a Lei obriga que os médicos que optarem pelas consultas a distância informem aos seus pacientes sobre as limitações da prática. Além disso, todas as consultas devem ser registradas em prontuário clínico indicando a data, hora, tecnologia utilizada e o número do Conselho Regional Profissional do médico e sua unidade da federação.

Os médicos podem emitir receitas e atestados a distância, mas devem obrigatoriamente ser assinados com certificado digital dentro do padrão estabelecido.

Fonte: Luís Gustavo Trindade é médico especialista em Clínica Médica pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG) no Hospital João XXIII. Possui título de especialista em nefrologia pela Sociedade Brasileira de Nefrologia. Possui especialização em transplante renal e transplante pâncreas-rim. Atualmente faz parte do corpo clínico da Rede Mater Dei de Saúde, atuando como clínico geral.

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